segunda-feira, 29 de junho de 2015

30 de Junho

Tenho ido deitar todas as noites sozinha, mesmo sabendo que tem alguém que me ama na sala. Não tem sido o suficiente esse amor todo que recebo, porque eu não acho mais que mereça esse tipo de atenção. Não tenho tido relações sexuais também por estar enojada demais com o meu reflexo no espelho. Cada dia mais e mais eu tenho me arrastado pra baixo, pensando coisas ruins de você mas sem nunca dizer algo à você mas eu tenho medo, medo de duas coisas, de que o nosso relacionamento seja uma mentira que contamos a nós mesmos ou de que, por estar me odiando muito eu acabe fazendo alguma besteira que leve o que a gente tem pro lixo.
As vezes fico pensando que talvez eu nem me importe tanto assim ao mesmo tempo que fico aflita pensando que você não se importe comigo também. Simplesmente porque você não consegue demonstrar muito bem o que você sente, também passa pela minha cabeça a hipótese de que talvez eu seja só uma substituta pra alguém que você amou e que não te amou de volta, mas como eu vou saber dessas coisas se você não me diz?
Falar  que me ama não resolve nada, absolutamente nada. Provavelmente do jeito que a minha cabeça anda, não vou estar com você até o fim do ano, tenho quase certeza disso, porque nenhum laço que eu faço dura muito. Nada dura porque eu não consigo me aceitar e nem aceitar que alguém possa me amar.

Eu te amo, e peço desculpas aqui, hoje, caso eu machuque você.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

6 de Junho (00:37)

Estou na casa da minha mãe, trouxe meu namorado pra cá e ele ficou aqui alguns dias mas foi embora hoje. Ontem a noite, dia 4 eu digo, eu fumei maconha com ele e não pude deixar ficar pensando no nosso relacionamento de uma maneira objetiva, por não fumar mais todos os dias eu, quando fumo, fico extremamente ~chapada~ então tento sempre não cair em uma linha de pensamentos que vão me fazer mal, mas hoje a tarde depois de voltar do aeroporto eu não pude evitar de pensar que talvez, só talvez, parte desses pensamentos que me fazem ficar mal sejam só o reflexo do que eu ando sentindo no entanto evitando. Será mesmo que eu deveria ter saído de um meio que "relacionamento"  abusivo pra ficar e começar a namorar o menino que ajudou a causar todo esse tabu (?) quer dizer, talvez eu só o ame porque quando nninguém me escutava ele apareceu e me ajudou, de certa forma, a sair disso. Fugi da questão. Ponto é, eu não sei o que ando fazendo, por isso evito fumar, porque toda vez que eu fumo eu não consigo parar de pensar nas coisas, porque eu não consigo resolver nenhuma situação da minha vida whatsoever.
Penso toda hora em terminar, penso toda hora em parar de ficar com qualquer pessoa pelo resto da minha vida, penso toda hora que eu talvez não consiga viver sem ele já que as vezes o amor é tanto que dói ao mesmo tempo que as vvezes a frieza é tamanha que só tenho vontade de deitar e esperar esse sentimento passar. Relacionamentos são difíceis demais e complicados de mais.

domingo, 3 de maio de 2015

04 de Maio (02:07)

Cortei quase todo o meu cabelo, não aguentava mais me olhar no espelho e sentir que não me conhecia mais. O pior de tudo é que mesmo estando quase sem cabelo algum eu ainda não consigo me reconhecer, tem alguma coisa errada acontecendo comigo?
O menino do rio ta aqui ainda e agora pouco mesmo, pela segunda vez, eu troquei o nome dele e chamei ele de Matheus. Porque? Sério. Eu não sei o que ta acontecendo comigo e além disso ainda troco o nome dele, o pior é deitar aqui e começar a entender o porque de ter feito isso pela segunda vez sendo que os dois não tem nada, absolutamente nada em comum. Nem fisicamente nem em questão de personalidade nem nada. Eu to machucando a pessoa que eu mais quero por perto a troco de que? "eu só queria entender o porquê de você achar que eu sou outra pessoa" depois de ter escutado isso tudo o que pude fazer foi me retirar e vir pro quarto com o rabo entre as pernas. Seria o motivo de confusão o fato de que eu amo ele tanto quanto, senão até mais, o outro? (meu ex, por assim dizer)
Não importa quanto tempo passe, você sempre ta no canto da minha cabeça me trazendo pra baixo, destruindo minhas relações, ainda que não seja culpa sua, porque a culpada sou eu que deixei você e não consegui maus te tirar da minha cabeça. Não é que eu ainda pense em querer te beijar ou ficar com você, sinceramente ambos sabemos que já passamos por essa fase e que agora só participamos da vida um do outro pelo carinho que sentimos. É só que eu não sei porque eu to cometendo esse erro, eu simplesmente não to conseguindo entender. Porque eu sei que não quero ter mais nada com você, além de encontros na vizinhança para que possamos saber o que anda acontecendo na vida de cada um.
Só espero não machucar mais João, porque ele tem sido a única coisa que eu amo e quero por perto. Ainda sim me pergunto o porquê de estar trocando os nomes se eu amo tanto ele. Amo? Não sei, depois do que aconteceu agora, ainda mais pela segunda vez, eu simplesmente não sei.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

2 de Maio (00:54)

I woke up with the weirdest feeling. Feeling like I wasn't myself anymore. Feeling like this rotten body wasn't mine anymore, I know I'm always saying that here, always saying how much I want to be skinny and beautiful like all the other girls. I can't help but comparing myself to all the girls who walks by me, I mean every single one of them. I'm feeling so helpless and ugly. I used to be so skinny two years ago when I hit the bottom and went to the hospital, then after taking pills and stopped thinking about my looks because I needed to study I went back eating, even though I throw up everyday I can't seem to lose weight. But today, for the first time in two years I woke up feeling like the crazy me from the past. I'm finally feeling like I can stop eating again and yeah, judge me if you want, that's how my brain works. I'm not saying I have anything against fat girls or stuff like that, I really don't,  that's something that I feel about myself.

Don't eat. Be strong. Have faith. Die of starvation, life is meaningless to me, always was, always will be. I don't even care about anything.

terça-feira, 28 de abril de 2015

28 de Abril (22:53)

I can no longer remember who I was. Sometimes I sit by my bed, beside the window and I try to remember when I was happy, but I just can't. I'm not saying I was never happy, of course I was, I just can't remember because every time I try my mind just shut down and my thoughts go directly to a dead zone of darkness. And it hurts, hurts to see myself trapped inside my mind, not knowing who or what I was before shit went down in my life. I try to tell myself that things got a little better but I just can't believe that I have when my thoughts are all the same as they used to be. Each day I'm getting that feeling again, the "giving up" feeling. I can't and don't want to change that, maybe because I've already gave up a long time go but did not realise that. I cant see myself doing anything and I'm in the middle of a motherfucking crisis right now and no one cares, no one, not even myself.

domingo, 26 de abril de 2015

26 de Abril (23:49)

Hoje é seu aniversário e sempre dói um pouco lembrar disso. Não consegui fazer muita coisa além de ficar deitada e chorar um pouco. Não estou consegui lidar com o meu "namorado". A verdade é que eu tenho medo de amar alguém por isso eu continuo machucando e fugindo de qualquer tipo de relacionamento.

sábado, 18 de abril de 2015

19 de abril (1:26)

Truth be told, but just for you. I really love this boy, his hair, his body, his brain, all of him, I just love it all. But everyday, little by little, I get the feeling that I'm destined to be alone. Relationships, of any kind, sucks my energy out. And for being like that, for feeling like that, I'll always be  surrounded by other people but unable to connect with them. To really love them. To really care about them. I've come to realize that I'm not just a loner, I'm also incapable of loving people and that really hurts.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

13 de Abril (15:54)

to deitada aqui tentando pensar no que se passa na sua cabeça nesse momento, dentro do avião a faltando uma hora pra me ver, será que você ainda gosta de mim como gostava em Janeiro quanto fui aí te ver? Eu gostaria de poder dizer que te amo tanto quanto, senão mais do que antes, infelizmente eu sinto que algo mudou, não sei se mutuamente ou se foi só o meu lado. Estou com medo de te encontrar, medo de tudo começar a desmoronar em cima de nossas cabeças, medo de que esse longo período de tempo que você veio pra ficar acabe se tornando s última vez que nós ficaremos juntos, medo de como os meus sentimentos vão reagir a você, medo de como você vai reagir a mim. Você sabe que mudou, não sabe? Será que deep down nós só estamos sustentando essa relação baseada em como nós dois perdemos tanto só por um impulso de nos conhecermos? Não sei. Por mais que eu tente negar, esse pensamento tem ido e vindo na minha cabeça e eu não posso deixar de pensar que talvez ambos não sentimos mais nada um pelo outro. Mais tudo bem, tudo bem. Posso dizer que o que eu senti por você, mesmo que efêmero, foi real o suficiente pra me trazer de volta pra uma "realidade". Peço desculpas agora já, caso eu faça algo que vai nos machucar.
Te espero aqui, deitada no meu canto, pensando em como a minha situação mudou drasticamente desde que nos conhecemos.
Sempre meu.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

2 de Abril (00:29)

Vou largar a faculdade, mas agora vou explicar o porque.
Seis semanas atrás, no fim de fevereiro, eu conheci uma pessoa que realmente não achei que fosse acabar se tornando alguém tão relevante na minha vida. Fui em uma pousada que a Tia da minha amiga trabalha, lá conheci o Lars, esse cara de cinquenta e seis anos que estava trabalhando em Recife, ele já viajou pra muitos, muitos lugares a trabalho, realmente uma pessoa muito vivida com um milhão de histórias sobre um milhão de pessoas diferentes. Enfim, antes de ontem, dia trinta e um, ele me mandou um email dizendo que estava em Curitiba e que queria me ver pra gente conversar, porque, somehow a gente veio a perceber que temos muito em comum e muitos interesses em comum também inclusive, ele se sente a vontade comigo a ponto de contar os problemas por quais já passou, a maior parte deles relacionados a mulheres mas enfim, o ponto não é esse. O que aconteceu foi o seguinte, ontem foi a primeira vez que a gente esteve a sós então pudemos conversar sobre muita, muita coisa mesmo. Foi realmente maravilhoso, e hoje, às quatro e pouco ele disse que estava me esperando pra gente ir sair. Pois bem, no jantar eu comecei a comentar com ele o quanto eu andava pensando em desistir da faculdade de cinema, porque eu cheguei a conclusão de que eu não quero ser professora e muito menos uma cineasta, mesmo tendo cinema como um dos maiores amores da minha vida, eu comecei a perceber que já que não quero ser professora ou cineasta qual o ponto de fazer uma faculdade devotada a isso? Quer dizer, a faculdade me ensinou várias coisas que hoje me fazem assistir filmes de uma maneira vem diferente da maneira que eu assistia filmes dois anos atrás, mas a maior parte das coisas eu aprendi lendo artigos ou discutindo com professores, com exceção de algumas aulas mais específicas, eu só não acho que vá conseguir aproveitar mais nada dessa faculdade, é quase como se eu já tivesse aprendido tudo o que eu queria e o resto vai ser só gibberish sei lá. A minha crise começou semana passada, quando as aulas começaram e eu percebi tudo isso, quando cheguei em casa comecei a pensar o que que eu vou fazer da minha vida? E hoje comecei a comentar com o Lars sobre tudo isso e ele me perguntou, "if not film school what would you wanna do?" pedi para que ele me desse alguns minutos para que eu pudesse pensar. Minha resposta foi ou algo relacionado a plantas ou algo relacionado ao mar, vida marinha etc, como oceanografia ou biologia marinha. Quando eu falei isso foi a expressão do Lars foi de um entusiasmo quase assustador, perguntei pra ele o que fez ele ficar daquela maneira e ele disse "do that, drop out or college and becone an  oceanographer " perguntei porque? Ele disse porque dentro de três/quatro anos eu vou ter um barco que eu vou mandar construir (sim ele tem um emprego muito bem remunerado) e você pode trabalhar comigo, porque uma vez que eu tiver um barco meu plano é viajar muito e ganhar dinheiro com ele mesmo, e viajando com ele eu ajudaria fazendo um milhão de coisas e ainda poderia estudar pra caralho uma vez que eu vou estar em constante contato com o mar/vida marinha. Ele disse que conforme os anos forem passando a gente vai manter contato porque ele volta pra Dinamarca mês que vem e volta pra cá de novo em agosto.
Sinceramente isso pode parecer uma utopia mas ele fez questão de me mostrar e explicar detalhadamente todo o processo do barco, uma vez que ele é um engenheiro ele realmente ficou umas duas horas me explicando tudo.
Cheguei em casa a mais ou menos duas horas e tudo o que eu fiz foi pensar em tudo o que eu vou fazer. Começando por fazer mais esse ano de faculdade e prestar o Enem no fim do ano e, caso eu vá mal, largar a faculdade anyway e fazer cursinho pra poder prestar outro vestibular. É isso, eu vou desistir de tudo e me devotar a algo que vai me levar a viajar o resto da minha vida sem nunca, jamais, me acomodar em algum lugar. É isso.

terça-feira, 24 de março de 2015

25 de Março (2:04)

li uma parte de um texto sobre como nós devemos nos manter longe de pessoas tóxicas. A definição dessas pessoas são as seguintes: arogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas entre outras características.
No início achei um texto bem ruim, na verdade ainda acho, mas comecei a reparar que eu, além de ter várias das características sou, de fato, uma pessoa nociva aos que me cercam? Comecei a pensar sobre as minhas amizades e decisões e conversas e percebi que sim, eu sou nociva. Sou falsa, frcassada, amargurada e todo o resto. Nunca consegui manter relação nenhuma porque, eventualmente, todos acabam se tocando disso e se afastando, ou eu me toco do que estou fazendo e opto por me afastar, as vezes eu realmente não queria ser assim, não faço sempre de propósito, quando vejo eu to fazendo mal a alguém.
Desculpa, eu realmente não tinha percebido até agora o quão ruim eu sempre fui e como sempre me fiz de vítima e quantas amizades eu estraguei e quantos meninos eu enganei, recentemente, óbvio. O quanto eu alimentei relacionamentos só pra eventualmente me cansar e simplesmente abandonar o outro simplesmente porque fiquei cansada daquela pessoa, agindo de maneira tão individual e cega. Mesmo tendo consciência de tanta coisa, eu não consigo evitar de cometer esses erros over and over again.

24 de Março (5:50)

Autoconsciência: "consciência que reflete sobre si própria, sobre sua condição e seus processos"

Parece que um filtro é retirado de nossa visão e perspectiva e tudo muda, os problemas se tornam outros, as vezes o seu ciclo social muda, tem gente que nunca se torna autoconsciente e vive uma vida sem perceber o quão ruim ela pode ser. Eu não posso dizer que minha família tem problemas financeiros, minha mãe que tem quatro filhos, dois casais de gêmeos, cada casal com um homem, o pai dos meus irmãos não era ruim pra eles, minha mãe nunca quis o sobrenome dele no nome dos meus irmãos porque o Adilson se envolvia em shady business políticos ou whatever, acabou levando dois tiros na cabeça quando viajava pra passar o aniversário dos meus irmãos com eles, eu não tinha noção disso, óbvio, porque tinha 6 anos e os meus irmãos estavam completando 12. Agora o meu pai, Sandro, nunca chegou a casar com minha mãe, mas eles moraram juntos por 9 anos, ou seja ele criou os meus irmãos, de certa forma. O que o meu pai fez? Roubou bastante dinheiro da minha mãe, batia nos meus irmãos severamente porque não gostava do pai deles e porque a minha mãe viajava bastante e, obviamente, ele era doente. A primeira vez que apanhei, eu e meu irmão, com 4 anos quebramos um perfume e começamos a espalhar no chão do quarto. Meu pai chegou, mandou a gente pro banheiro, eu e meu irmão nos despedimos, ele ligou o chuveiro e começou a bater na gente com a fivela da cinta de coro marrom escura dele. Minha mãe tinha 40 anos e meu pai 32 quando eles se separaram, minha mãe não sabia que ele tinha uma amante de 18 anos que btw, era nossa babá babaca, Jaciara. Minha mãe quis se separar pq descobriu que ele comprou um carro a com toda a poupança dela e ah, ele pagava o aluguel da babá também. Enfim, depois disso começaram as ameaças dele e as constantes aparições dele na minha casa pra basicamente espancar a minha mãe. Recordo-me de uma situação específica onde minha mãe foi nos deixar na casa dele para passarmos o sábado de noite e voltarmos no domingo de manhã e ele a chamou pra conversar enquanto eu e meu irmão estávamos vendo televisão e, num piscar de olhos, vi meu pai virar a mesa, quebrando as xícaras e a jarra e tudo, e depois pegar a mesa e jogar nas costas de minha mãe que veio tirar a gente do quarto correndo. Depois disso eu só lembro de acordar em casa com um roxo na bochecha, não me recordo do que aconteceu disso, só do rosto de minha mãe caída no chão chamando meu pai de doente.
Em resumo, o meu único ponto em contar essa história toda e dizer que, mesmo sem problemas financeiros, eu acabei tendo uns infância caótica e o meu irmão e irmã drogados, minha irmã já foi enternada pelo menos sete vezes, uma vez por cocaína, depois depressão, tentativa de suicídio e por ai vai. Hoje em dia tão entupida de remédios que é difícil até pra ela conversar depois que ela fuma maconha. Meu irmão mais velho é viciado em pó, alcoólatra, extremamente violento, já me arrebentou, já espancou minha irmã também, e o meu irmão gêmeo também. É completamente depressivo, completamente largado, não trabalha, não consegue fazer nada, não tenta nem mais sair de casa e fica bebendo lá mesmo, as vezes sai pra cheirar com a namorada dele (que não é má pessoa de verdade)
Meu irmão gêmeo tem problemas em se relacionar com quase todo mundo, só joga computador e agora trabalha em um hotel, quase não tem amigos, desistiu de estudar porque o bullying destruiu o resquício de autoestima que o meu irmão tinha. Quase foi internado porque começou a se trancar no quarto e parou de responder todo mundo da casa. Eu nem vou falar de mim porque ja falo demais sobre mim. Só sou toda cortada, não consigo ter nenhum tipo de relacionamento amoroso porque sempre acabo destruindo tudo. Não consigo ter amigos que não sejam, quase sempre virtuais, e os poucos que tenho mesmo me amando eu empurro e desapareço, são estes que entendem a minha necessidade de ficar sozinha, eles respeitam o meu espaço. Anoréxica. Bulimia nervosa. Impulsiva. Autodestrutiva. Retardada e instável.
Uma vez que descobri que as pessoas são, quase sempre, doentes e, cada vez mais, loucas, eu comecei a perceber como tudo é meio falso. Essa ideia toda de família feliz, etc, só existe na cabeça das pessoas, cada vez mais eu percebo o quanto todo mundo é tão triste, até mesmo as pessoas que não percebem, que acham que é normal beber até vomitar, ou que acham ok ficar se drogando e sendo irresponsáveis, eu uso drogas, não vou mentir, mas aprendi a não deixar isso me levar pra um lado onde eu deixo de ver filmes e estudar só pra ficar high on something. Uma vez que fiquei consciente, aprendi a respeitar mais as pessoas e a ser um pouco menos crítica, hoje dia me vejo como só mais uma pessoa problemática e que não tem problema, as pessoas só vão ligar ou ficar falando de você se você deixar ou ficar contando sua vida pra todos as pessoas achando que todo mundo precisa se sensibilizar e te dar atenção. Odeio gente assim, você não é diferente de ninguém e tem gente que tem muito mais problemas do que nós da classe média/alta brasileira.
A consciência no entanto, acaba deixando a gente só mais desanimado com a vida, hoje em dia eu fico reclusa no meu apartamento vendo filmes, quase sempre sozinha, as vezes acompanhada, apaixonada por uma pessoa que não posso ver ou amar de perto porque acho que se isso acontecesse eu ia acabar deixando de gostar dele e ele de mim porque é isso que sempre acontece, eu tendo a cansar as pessoas e elas me cansam também. Não confio em ninguém o suficiente pra ficar cem por cento confortável com elas muito tempo. Sinto-me euma vergonha pra qualquer pessoa. Sei que isso talvez isso seja um equívoco, mas eu me sinto um erro, perante aos meus olhos, uma decepção pra minha mãe e uma falsa/fria/irritante/vergonha pra qualquer outra pessoa que eu amo ou sou amiga de.
É assim que eu me sinto, desde que a autoconsciência me veio a tona e a minha autoconfiança se esvaiu de mim tão rapidamente que hoje em dia nem lembro de como é se amar e "confiar em mim mesma"

sexta-feira, 13 de março de 2015

13 de Março (5:37)

Tão longe e ainda sim tão perto, sinto-me tão só sem você aqui pra dividir a cama comigo. Sinto-me tão triste por não poder te abraçar e por não poder acordar e olhar em teus olhos grandes e esbugalhados que estão sempre a me observar timidamente. Tão longe de ti, meu bem, minha única vontade é de apodrecer nesse quarto com cheiro de cigarro. Pra ser sincera, gasto todo meu tempo deitada aqui, sem ao menos me levantar pra comer e, quando como, não consigo engulir e acabo cuspindo ou vomitando logo depois. Pouco a pouco perco meu apetite, meus lábios ficam cada vez mais azulados e rachados, acordo todos os dias e, ao me olhar no espelho, só tenho mais vontade de chorar, perdendo peso com uma rapidez assustadora, percebo o quão melhor eu acabei ficando no último ano e sinto vergonha por isso, sim vergonha. Esqueci da minha neurose e me deixar enganar por palavras falsas de pessoas que nunca sequer se importaram comigo, sozinha neste quarto volto a pensar o quanto eu nasci para ficar só, sim só. Mesmo te tendo, sinto que se você estivesse realmente aqui começaria a perceber o quão fútil e auto-destrutiva eu sou, no fim do dia eu não passo de uma menina classe média mimada que precisa se intoxicar de pensamentos e ações que nada mais me trazem além de tristeza, cortes e um banheiro vomitado, tudo isso porque eu só penso em sofrer e depois sofrer mais ainda. Isso faz sentido? Eu tento acreditar que sim, porque não existe nenhum outro tipo de explicação. Deixei de pensar que eu tenho algum tipo de patologia, eu tenho mesmo é um corpo vazio, sem alma nem coração, uma cabeça oca.
Tão longe de você, eu desprendi a ser feliz, como fui no período em que estive com você. Longe de você, minha única ação vai ser acordar pra dormir de novo e continuar fazendo isso até você aparecer pra me acordar e dizer: pronto, passou, a dor já acabou. Mesmo que isso seja mentira, se sair da tua boca, eu me faço de burra e acredito até você partir de novo.

domingo, 1 de março de 2015

2 de Março (02:09)

Tenho dormido em média umas 16 horas por dia. Hoje, no entanto, tive um blackout enquanto limpava o meu apartamento. O evento foi assim, acordei por volta das onze da manhã, não aguentando estar acordada a mercê da minha própria pessoa, tomei os dois remédios que ando misturando: neural e quetros, não conseguindo dormir depois de tomar os remédios, me dediquei a fazer uma faxina no meu apartamento. Depois de organizar meu guarda-roupa desci pra cozinha e comecei a lavar louça, haviam apenas alguns copos, enquanto enxaguava os copos senti meu corpo queimando de dentro pra fora, meu campo de visão estava completamente borrado e eu comecei a tremer, derrubei e quebrei o copo, achei que fosse desmaiar ali mesmo entretanto, fui até a mesa e sentei-me, apaguei ali. Fui acordar às  cinco e meia deitada na minha cama com una toalha na cabeça e um balde todo vomitado ao meu lado, sentei na cama e comecei a respirar fundo, tentei lembrar se fiz alguma coisa mas a última  lembrança foi de ter sentado na mesa. Comecei a chorar sem realmente saber porque, fui tomar outro banho e fiquei sentada lá, chorando e tentando entender o porquê do meu comportamento. Eu me sinto tão só, tenho medo de sair do meu apartamento porque minha vizinha me ameaçou, dizendo que eu não tenho caráter e que seria melhor se a gente não se encontrasse no corredor. Eu estou sem comer a mais ou menos vinte e sete horas, a única coisa que consumi foi um suco que comprei no sábado a tarde. Eu não sei pra onde meus dias estão indo, meus ossos voltaram a aparecer e ainda sim eu não sinto fome, todas as vezes que tentei comer a comida parecia podre em minha boca, tive dificuldade em mastigar e de engolir também não consigo mais levantar da cama, menti a mim mesma quando pisei em Curitiba achando que conseguira ficar no mínimo ok, tudo o que eu tô fazendo é me matar devagar e dolorosamente o pior é realmente não estar ligando pro meu estado deplorável, lábios rachados, roxos, olheiras, palidez. Eu mal tenho escutado minha própria voz. Eu mal tenho pensado direito, são tantos remédios e tão pouca comida que só me resta dormir, no entanto, quando acordada eu volto a chorar e volto a me sentir e volto a querer dormir pra tentar esquecer o porquê de tanta dor e o porquê de tanta angústia.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

26 de fevereiro (22:48)

apaguei ontem, foi estranho. O remédio que tomei tem efeitos colaterais estranhos, as vezes em que acordei durante a noite eu estava suando e tremendo e, num piscar de olhos, percebia que havia passado mais de uma hora e meia, só que eu não lembro de ter dormido, nem cochilado, foi como se eu tivesse perdido esse tempo, sei lá.
Acordei tipo uma da tarde, tomei mais remédios e voltei a dormir, acordei de novo as quatro, assisti novela e voltei a dormir cinco e meia. Sai de casa, fui ao mercado e comprei sete laranjas e ração pro meu gato. Não consegui comer, não consigo escutar música, nem prestar atenção na televisão, sinceramente mal consigo levantar da cama. Meus amigos exigiram antes de eu voltar pra cá que mandasse notícias, mas eu vou contar o que? Que a minha vizinha me interfonou pelo menos quatro vezes ontem e que veio bater aqui hoje e eu, realmente dopada e com medo, só me tranquei no quarto, tomei mais remédios e voltei a dormir, esperando que isso acabasse logo. Agora pouco mesmo, quando acordei dez e pouco, meu primeiro ato foi tomar mais remédios e esperar pra apagar de novo, só não dormi ainda porque minha mãe quer falar comigo. Percebi hoje o quão sozinha eu estou aqui em Curitiba e o quanto eu não sei ficar só. Sou só uma retardada que tende a se auto-sabotar em troca de nada, porque dessa vez eu nem quero chamar atenção, tenho só mentido e dizendo que está tudo ótimo a algum tempo já, a verdade é que ultimamente eu só ando desistindo de tentar.melhorar. Ano passado eu realmente tentei, sabe? Engordei alguns quilos, fiz alguns amigos, estudei bastante entretanto, como sempre, acabei deixando tudo de lado e já comecei a me levar pro fundo do poço mais uma vez. Não como nada desde ontem, quando almocei com minha mãe e não sinto fome também, não sinto vontade de fumar cigarros, nem vontade de tomar banho ou escovar os cabelos, nem vontade de levantar da cama, não consigo ver nada também, porque quando vejo percebo que já se passaram quarenta minutos e eu não prestei atenção em nada. Ta difícil. Mas eu continuo a querer que as pessoas achem que eu estou bem, porque da última vez que caí doente meu objetivo principal era que alguém da minha casa me desse o mínimo de atenção, agora eu só quero me encolher e pedir pra que essa angústia e vontade de morrer acabe logo. A cada hora que se passa eu só sinto mais vontade de desistir de tudo logo. Queria um abraço mas não existe mais ninguém pra me abraçar.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

25 de fevereiro (20:48)

voltei pra curitiba, cheguei às 17 e pouco, ainda sem conversar direito com você, fiquei na expectativa de conversarmos, ou pelo menos na expectativa de que você desse a mínima obviamente me decepcionei, obviamente não vou confrontar isso com você porque você não liga tanto pra situação a ponto de querer sequer discutir ela.
Enfim, nao vou ficar discutindo sobre você, não vale a pena. Eu trouxe pra cá um estoque de remédios bom o suficiente para me deixarem dopada até o meu aniversário, há mais ou menos 7 minutos tomei 200MG de um deles e pouco a pouco começo a sentir o formigamento na ponta dos dedos e a minha cabeça começando a ficar pesada.
Mais cedo, antes de partir, tive uma crise de choro intensa o suficiente pra minha mãe ficar me interrogando a caminho do aeroporto, nada respondi. Não quero ter que responder mais nada. No momento meu plano é ficar desmaiada na cama até que alguma coisa aconteça ou até que os medicamentos acabem. Deitada nesse apartamento, nunca me senti tão só, há meses não fico sozinha, há mais tempo ainda tenho deixado meus problemas de lado, sem lidar com nenhum deles, tomar os remédios só é mais uma das mil coisas que eu faço pra me auto-sabotar.
Não importa também,  não existe ninguém que queira cuidar de mim, assim como não existe ningue que realmente se importe com qualquer coisa que eu tenho a dizer, se eu conseguir ficar ok amanhã volto e escrevo mais alguma coisa chata e egoísta.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

21 de fevereiro (00:16)

Hoje é dia 21. Meu Deus que tristeza. Dia 25 vou embora e não sei como reagir a isso, não tô conseguindo reagir a isso. Vou ficar sozinha de novo, vou ficar perto da minha vizinha de novo, vou passar meu aniversário sozinha, de novo. Fiz as pazes com ele, as coisas me parecem bem, pelo menos um pouco mais estabilizadas, menos caóticas no entanto, tenho me sentido estranha em relação a tantas coisas, fico mal sem você e, simultaneamente, não preciso de você. Tenho me sentindo péssima e, mais uma vez, voltei a vomitar numa média de 5 a 6 vezes por dia, acho que já emagreci 3kg desde que voltei do rio, voltei a ficar me olhando horas no espelho, sempre me martirizando por estar gorda, por estar feia etc etc etc
Ainda sim quando você me pergunta como estou eu digo que estou otima que está tudo bem, porque não sinto a menor vontade de compartilhar nada disso com você.

Eu te amo, não me leve a mal, só não sei o que anda acontecendo comigo. Não consigo dormir, nem fingir que estou bem, minha mãe têm brigado comigo todos os dias e todos os dias eu acabo saindo de casa sozinha pra fumar cigarros no mesmo lugar de sempre.
Não sei o que fazer, tenho tido pesadelos horríveis, tenho acordado suada e tremendo, completamente desnorteada sem saber o motivo. É um medo tão grande e sem sentido que o único pensamento que consigo ter é que estou ficando louca.
Quando dia 25 chegar, eu sei que vou desabar até lá, só me resta esperar e torcer pro meu avião cair pra essa palhaçada toda acabar.
Viver é horrível, não sei como as pessoas conseguem lidar com toda essa pressão.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

15 de fevereiro (4:26)

Copiei o texto que você me escreveu, sempre aos pedaços pois você é incapaz de escrever um texto mesmo, incapaz de conseguir se expressar, assim como eu. Choro e aceito a minha escolha de ter deletado as redes sociais pra me manter afastada de você, mesmo te amando e mesmo querendo voltar atrás. Eu peço desculpas por ser tão exigente, carente, chata e difícil de lidar. Só não sabia que teríamos que passar por essa situação exatamente uma semana depois que voltei daí.
Eu descobri hoje que, além de morrer sozinha, vou ficar sem companhia na hora da morte também. Meu deus quanto arrependimento de ter dito as coisas que te falei, mas agora é tarde demais pra voltar atrás, sou orgulha demais pra voltar duas horas depois de ter parado de falar com você. Sinto muito, I'm a mess and I hate myself and that's why I can't accept the fact that people can love me.
Não sei direito o que fazer agora, deveria eu esperar e depois pedir desculpas ou só seguir em frente e me levar pro fundo como costumo fazer sempre e, quem sabe, culpar você no futuro ao invés de aceitar p fato de que quem errou e exigiu fui eu?
Acho que vou preferir me levar pra baixo e esquecer que estive feliz e bem a uma semana atrás. Esquecer que você me amou e transformar o seu amor em um sentimento vazio pois o que eu sinto por mim mesma nada mais é do que nojo e repulsa.
Desculpe-me, eu erro sempre, tenho errando a anos porque gosto de acabar com tudo o que me acontece de bom, acho que o pior é que eu nunca parei pra pensar no quanto isso pode machucar a outra pessoa envolvida, porque sou tão self-absorbed, egocêntrica e burra. É sério, parece drama mas é sério. Essa é a primeira vez que penso na pessoa que machuquei sem me fazer de vítima, será que isso significa alguma coisa? Provavelmente que eu fui uma idiota que acabou de perder alguém de novo. Provavelmente significa também que eu te amo mesmo. Parabéns, consegui a prova de que te amo mesmo, infelizmente na pior das hipóteses.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

8 Million Stories (8 de Fevereiro, 23:52)

Fiquei do dia 30 de janeiro até hoje, dia 8 de fevereiro. Posso dizer que amo a pessoa que estou com? Não sei, ainda sim insisto em dizer isso olhando dentro de seus tristes olhos que realmente parecem "olhos de ressaca". Enfim, você me pediu em namoro, eu disse que sim. Agora sentada aqui, sozinha de novo, começo a me questionar sobre o porque de ter aceitado, será mesmo que você consegue lidar comigo? Porque passar dez dias comigo é bem nada, ter relacionamento de "férias" é muito fácil.

Da última vez que nos despedimos eu fiqueu acabada, cheirei, fui molestada, briguei fisicamente com o seu ex amigo e o meu ex algumacoisa, siceramente? Não foi nem tanto por você que fiquei acabada, foi mais por ter vivido uma situação similar com uma pessoa diferente que acabou de uma maneira trágica (pra mim) e mesmo tendo superado tudo eu ainda penso nos mesmos eventos de 3 anos atrás que agora se repetem, de maneira similar.
O pior é dizer que, quando com você, eu fico bem e me sinto amada no entanto, uma vez que fico sozinha, mesmo tendo te deixado chorando no aeroporto, eu entro em questionamento sobre nós, sobre os seus sentimentos por mim e os meus por você, entro em questionamentos sobre a minha pessoa e o meu corpotamento, a pressao é tanta que, desde que cheguei às 18:40, vomitei umas cinco vezes, não da mais. Eu disse que te amo, e realmente te amei por todos esses dias que passei com você, mas não sei o quanto posso confiar em mim, não sei até que ponto eu posso confiar em você. Infelizmente de anos pra cá minha dificuldade em se relacionar só fez crescer, não consigo (e nem sei se quero) confiar nas pessoas, minhas manias hoje são tantas que não sei se conseguiria conviver com outra pessoa, ainda mais amorosamente,


De qualquer forma, voltei a foz, tudo continua a mesma coisa de sempre. Já briguei com a minha mãe, meu irmão desabafou comigo, você sumiu o dia todo, meu irmão mais velho encheu a cara e apagou na sala. Nada muda. Nada mesmo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

21 de Janeiro (02:06)

Reclamo sim. Não acredito que em nove dias estarei viajando para o Rio. Que medo todo é esse? Sinceramente, não deveria ter comprado passagem alguma.

Hoje chorei na loja em que procurava um vestido. Feeling fat. Feeling fat. Feeling fat. Chorei de vergonha também, vergonha da minha pessoa.


Sou
Ridícula.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

8 de Janeiro (05:51)

fazia tempo que eu n me sentia um lixo tão grande.
fazia tempo que eu não era tão babaca como ando sendo.
mal cheguei nessa cidade e já voltei a ser a porra da mesma pessoa que eu era no ensino médio.

hoje passei uma hora e meia pulando corda. depois bebi. depois vomitei. e agora eu só vou dormir até às 18h de amanhã e repetir tudo de novo.

7 de Janeiro (23:39)

Acabei de olhar no espelho, comecei a chorar. Não parei ainda.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

7 de Janeiro (04:36)

a noite foi péssima e eu quero dormir por uma semana, me deixem dormir por uma semana.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

5 de Janeiro (6:58)

Os anos podem passar, meu cabelo pode mudar, a cidade pode mudar, o meu ciclo social pode mudar sério, tudo pode mudar eu acho exceto uma coisa, você. Porque nos últimos dois, agora três anos, tudo mudou desde que te conheci e, ainda sim, todas as vezes que eu te vejo eu me sinto em 2012 de novo, sinto aquele mesmo frio na barriga por estar do lado de um menino extremamente bonito. Chega a ser ridículo que tudo mudou exceto por esse pequeno detalhe.
Quando cheguei em casa agora pouco tudo o que eu pude fazer for chorar por não conseguir me desvencilhar de você. Tudo o que eu fiz desde que nos afastamos foi tentar mudar o meu comportamento em relação a sua pessoa, é foi frustrante ter descoberto que mesmo depois de todo esse tempo s única coisa que ficou foram os meus sentimentos pela sua pessoa. Eu posso tentar mentir e conhecer meninos diferente but, verdade seja dita, eu só venho mentido pra mim mesma. Porque, eu posso ficar até bem sem você entretanto, uma vez em contato físico, eu quebro e me reduzo a pessoa que fui s três anos atrás: cega e a fim de você.

sábado, 3 de janeiro de 2015

4 de Janeiro (4:37)

O pior de tudo é ter que ficar me aguentando. Ficar remoendo sempre as mesmas coisas.
Vai é por isso que eu fico sempre presa no mesmo lugar.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

3 de Janeiro (05:33)

De novo. De novo. I just can't let you go. I just can't stop my feelings towards you. I never could.

2 de Janeiro (19:01)

Cansada. O ano mal começou e eu já quero que ele acabe logo.
Não quero mais viajar pra te ver, não quero te ver nunca mais na verdade, cansei de tentar gostar de alguém. Descobri que eu nasci pra ficar só, sempre só porque, infelizmente, sou insuportável demais pra alguém me aguentar.