I can no longer remember who I was. Sometimes I sit by my bed, beside the window and I try to remember when I was happy, but I just can't. I'm not saying I was never happy, of course I was, I just can't remember because every time I try my mind just shut down and my thoughts go directly to a dead zone of darkness. And it hurts, hurts to see myself trapped inside my mind, not knowing who or what I was before shit went down in my life. I try to tell myself that things got a little better but I just can't believe that I have when my thoughts are all the same as they used to be. Each day I'm getting that feeling again, the "giving up" feeling. I can't and don't want to change that, maybe because I've already gave up a long time go but did not realise that. I cant see myself doing anything and I'm in the middle of a motherfucking crisis right now and no one cares, no one, not even myself.
terça-feira, 28 de abril de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
26 de Abril (23:49)
Hoje é seu aniversário e sempre dói um pouco lembrar disso. Não consegui fazer muita coisa além de ficar deitada e chorar um pouco. Não estou consegui lidar com o meu "namorado". A verdade é que eu tenho medo de amar alguém por isso eu continuo machucando e fugindo de qualquer tipo de relacionamento.
sábado, 18 de abril de 2015
19 de abril (1:26)
Truth be told, but just for you. I really love this boy, his hair, his body, his brain, all of him, I just love it all. But everyday, little by little, I get the feeling that I'm destined to be alone. Relationships, of any kind, sucks my energy out. And for being like that, for feeling like that, I'll always be surrounded by other people but unable to connect with them. To really love them. To really care about them. I've come to realize that I'm not just a loner, I'm also incapable of loving people and that really hurts.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
13 de Abril (15:54)
to deitada aqui tentando pensar no que se passa na sua cabeça nesse momento, dentro do avião a faltando uma hora pra me ver, será que você ainda gosta de mim como gostava em Janeiro quanto fui aí te ver? Eu gostaria de poder dizer que te amo tanto quanto, senão mais do que antes, infelizmente eu sinto que algo mudou, não sei se mutuamente ou se foi só o meu lado. Estou com medo de te encontrar, medo de tudo começar a desmoronar em cima de nossas cabeças, medo de que esse longo período de tempo que você veio pra ficar acabe se tornando s última vez que nós ficaremos juntos, medo de como os meus sentimentos vão reagir a você, medo de como você vai reagir a mim. Você sabe que mudou, não sabe? Será que deep down nós só estamos sustentando essa relação baseada em como nós dois perdemos tanto só por um impulso de nos conhecermos? Não sei. Por mais que eu tente negar, esse pensamento tem ido e vindo na minha cabeça e eu não posso deixar de pensar que talvez ambos não sentimos mais nada um pelo outro. Mais tudo bem, tudo bem. Posso dizer que o que eu senti por você, mesmo que efêmero, foi real o suficiente pra me trazer de volta pra uma "realidade". Peço desculpas agora já, caso eu faça algo que vai nos machucar.
Te espero aqui, deitada no meu canto, pensando em como a minha situação mudou drasticamente desde que nos conhecemos.
Sempre meu.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
2 de Abril (00:29)
Vou largar a faculdade, mas agora vou explicar o porque.
Seis semanas atrás, no fim de fevereiro, eu conheci uma pessoa que realmente não achei que fosse acabar se tornando alguém tão relevante na minha vida. Fui em uma pousada que a Tia da minha amiga trabalha, lá conheci o Lars, esse cara de cinquenta e seis anos que estava trabalhando em Recife, ele já viajou pra muitos, muitos lugares a trabalho, realmente uma pessoa muito vivida com um milhão de histórias sobre um milhão de pessoas diferentes. Enfim, antes de ontem, dia trinta e um, ele me mandou um email dizendo que estava em Curitiba e que queria me ver pra gente conversar, porque, somehow a gente veio a perceber que temos muito em comum e muitos interesses em comum também inclusive, ele se sente a vontade comigo a ponto de contar os problemas por quais já passou, a maior parte deles relacionados a mulheres mas enfim, o ponto não é esse. O que aconteceu foi o seguinte, ontem foi a primeira vez que a gente esteve a sós então pudemos conversar sobre muita, muita coisa mesmo. Foi realmente maravilhoso, e hoje, às quatro e pouco ele disse que estava me esperando pra gente ir sair. Pois bem, no jantar eu comecei a comentar com ele o quanto eu andava pensando em desistir da faculdade de cinema, porque eu cheguei a conclusão de que eu não quero ser professora e muito menos uma cineasta, mesmo tendo cinema como um dos maiores amores da minha vida, eu comecei a perceber que já que não quero ser professora ou cineasta qual o ponto de fazer uma faculdade devotada a isso? Quer dizer, a faculdade me ensinou várias coisas que hoje me fazem assistir filmes de uma maneira vem diferente da maneira que eu assistia filmes dois anos atrás, mas a maior parte das coisas eu aprendi lendo artigos ou discutindo com professores, com exceção de algumas aulas mais específicas, eu só não acho que vá conseguir aproveitar mais nada dessa faculdade, é quase como se eu já tivesse aprendido tudo o que eu queria e o resto vai ser só gibberish sei lá. A minha crise começou semana passada, quando as aulas começaram e eu percebi tudo isso, quando cheguei em casa comecei a pensar o que que eu vou fazer da minha vida? E hoje comecei a comentar com o Lars sobre tudo isso e ele me perguntou, "if not film school what would you wanna do?" pedi para que ele me desse alguns minutos para que eu pudesse pensar. Minha resposta foi ou algo relacionado a plantas ou algo relacionado ao mar, vida marinha etc, como oceanografia ou biologia marinha. Quando eu falei isso foi a expressão do Lars foi de um entusiasmo quase assustador, perguntei pra ele o que fez ele ficar daquela maneira e ele disse "do that, drop out or college and becone an oceanographer " perguntei porque? Ele disse porque dentro de três/quatro anos eu vou ter um barco que eu vou mandar construir (sim ele tem um emprego muito bem remunerado) e você pode trabalhar comigo, porque uma vez que eu tiver um barco meu plano é viajar muito e ganhar dinheiro com ele mesmo, e viajando com ele eu ajudaria fazendo um milhão de coisas e ainda poderia estudar pra caralho uma vez que eu vou estar em constante contato com o mar/vida marinha. Ele disse que conforme os anos forem passando a gente vai manter contato porque ele volta pra Dinamarca mês que vem e volta pra cá de novo em agosto.
Sinceramente isso pode parecer uma utopia mas ele fez questão de me mostrar e explicar detalhadamente todo o processo do barco, uma vez que ele é um engenheiro ele realmente ficou umas duas horas me explicando tudo.
Cheguei em casa a mais ou menos duas horas e tudo o que eu fiz foi pensar em tudo o que eu vou fazer. Começando por fazer mais esse ano de faculdade e prestar o Enem no fim do ano e, caso eu vá mal, largar a faculdade anyway e fazer cursinho pra poder prestar outro vestibular. É isso, eu vou desistir de tudo e me devotar a algo que vai me levar a viajar o resto da minha vida sem nunca, jamais, me acomodar em algum lugar. É isso.